domingo, 17 de abril de 2011

Nuno Gomes

é por estas e por outras que eu gosto de ir ao estádio da luz ver os meninos jogar.


Uma "invasão" de relvado para conseguir uma fotografia com o
 Nuno Gomes e ainda ver o bebé dele, é tão lindo e queridinho *-*

quinta-feira, 14 de abril de 2011

as férias, uaa!

   Como foi bom o primeiro dia de praia de ontem. Calorzinho, boa companhia, boas brincadeiras, não podia ter sido melhor!
   E eu que andava a reclamar de nas férias não ter nada para fazer e me cansar depressa, afinal não estão a ser assim tão más. Tenho portanto assim uma agenda (muito) ocupada... jogos nos estádio da Luz (três), trabalhos de história para fazer, o Memorial do Convento para ler, e já fiquei cansada só de escrever, afinal férias são para descansar!



Martim, Inês (à esquerda), Joana (meio), Sandra (eu, à direita)
Ps: a única coisa má foi os meus chinelos
que rebentaram ainda nem sequer
tínhamos chegado à praia, unf!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Conseguem estragar-me um dia fantástico, GRRR

   Como eu odeio que me venham cobrar uma amizade que nunca foi uma AMIZADE, bah! Fico pior do que estragada, fico mesmo irritada com estas pessoas que se acham no direito de vir reclamar uma relação quase de irmão siameses como se tivessem sido os melhores amigos do mundo e estado sempre em todos os momentos da minha vida. Por favor, não é dois anos depois que vem dizer que ama, e que não esqueceu, sente-se é "despeitado" por nunca ter conseguido ter nada sério... PSICÓLOGO chamado com urgência, grrr, que gentinha! Ainda vem com falsos moralismos e arrependimentos, como se eu fosse chorar com pena dele e passar a mão na cabeça, alô, não tenho agora 10 anos, não sou mais a ingénua que ele conheceu.
   Menino aconselho-te sinceramente o psiquiatra porque é o que te faz falta sinceramente!
   Vida há só uma, não há espaços para arrependimentos, o que passou passou!
   Chorei, sofri, levantei a cabeça e agora sou feliz com o que tenho... e meu amigo, lamento, mas não fazes parte.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Citações

"As duas cartas de amor mais difíceis de escrever são a primeira e a última." Francesco Petrarca

o fim de nada.

   - Eu já devia saber que ias fazer novamente a mesma coisa, mas quis acreditar, de certa forma achava que até tinha algum grau de importância para ti. Ainda que fosse mínimo achei que chegava para estares comigo. Como fui parva em pensar que havia um NÓS, por pensar que havia a ínfima possibilidade de gostares de mim. Amo-te, não tenho vergonha de o dizer, tenho é vergonha e nojo de ter passado tanto tempo com uma pessoa como tu, uma pessoa que não se importa com os sentimentos dos outros. Mesmo sabendo de todas as minha fragilidades, conseguiste ferir-me até ao último pedacinho que havia para ferir... não só abriste feridas já cicatrizadas como fizeste mais e, ainda mais profundas do que as outras. Não te odeio a ti, odeio-me a mim por mais uma vez ter acreditado que era possível, por mais um vez dar uma hipótese ao amor!